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dc.creatorLima, Gisele Estevão de
dc.date.accessioned2026-05-14T03:55:20Z
dc.date.available2026-05-14T03:55:20Z
dc.date.issued2026-01-15
dc.identifier.citationLIMA, Gisele Estevão de. Cozinha ancestral, identidade e resistência: o papel da mulher negra na cultura alimentar afro-diaspórica no Brasil. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia) - Instituto Federal de Pernambuco, Cabo de Santo Agostinho, 15 jan. 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifpe.edu.br/xmlui/handle/123456789/2171
dc.format.extent16 p.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
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dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAn error occurred on the license name.*
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dc.subjectCozinha Ancestralpt_BR
dc.subjectCultura Alimentar;pt_BR
dc.subjectDiáspora Africanapt_BR
dc.subjectMulheres Negraspt_BR
dc.subjectIdentidade Culturalpt_BR
dc.titleCozinha ancestral, identidade e resistência: o papel da mulher negra na cultura alimentar afro-diaspórica no Brasilpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6924441084426912pt_BR
dc.contributor.advisor1Veloso, Rodrigo Rossetti
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1340783447887527pt_BR
dc.publisher.departmentCabo de Santo Agostinhopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::HISTORIA::HISTORIA DO BRASILpt_BR
dc.description.resumoA alimentação ultrapassa sua função biológica, configurando-se como prática cultural dotada de significados simbólicos, sociais e identitários. No contexto brasileiro, a cozinha ancestral afro-diaspórica destaca-se como espaço de preservação da memória coletiva, resistência cultural e afirmação identitária, sobretudo no que se refere às contribuições africanas e indígenas. Este artigo tem como objetivo analisar, por meio de uma revisão bibliográfica, os fundamentos históricos, culturais e sociais da cozinha ancestral afro-diaspórica, enfatizando o protagonismo das mulheres negras na construção da cultura alimentar brasileira. Fundamentado em autores da antropologia, da história, da sociologia e dos estudos culturais, o estudo evidencia que a alimentação atua como instrumento político de resistência frente às desigualdades estruturais, reforçando a necessidade de políticas públicas voltadas à valorização desses saberes enquanto patrimônio cultural imaterial.pt_BR


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