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dc.creatorSantana, Brian Vinícius Silva de
dc.date.accessioned2026-08-31T20:04:03Z
dc.date.available2026-08-31T20:04:03Z
dc.date.issued2026-07-27
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifpe.edu.br/xmlui/handle/123456789/2305
dc.description.abstractThis study analyzes the presence of decision-making patterns consistent with loss aversion, according to Prospect Theory, in the financial choices under risk of undergraduate Business Administration students at the Federal Institute of Pernambuco (IFPE), Igarassu Campus. The theoretical framework is based on the pioneering contributions of Behavioral Finance and Prospect Theory developed by Kahneman and Tversky. Methodologically, a descriptive and quantitative research was conducted. Data were collected through a structured questionnaire featuring financial decision-making scenarios adapted from classic literature, applied to a convenience sample of 95 undergraduate students. The results showed a strong presence of behavioral biases among the participants. The certainty effect was particularly evident in the domain of gains, where 82.11% of students prioritized guaranteed gains. Conversely, in the loss domain, the reflection effect was present, with 74.74% of respondents opting for the risky probabilistic alternative to avoid certain losses. However, contrary to the classic pattern, the reduction of probabilities in the domain of gains showed a continued preference for seeking a higher probability of return. The chi-square test and non-parametric analyses using the adherence score (sample mean of 5.66 points) revealed a lack of statistically significant association between decisions under risk and sociodemographic profiles or self-reported subjective risk perceptions. The results suggest that the technical knowledge from the Business Administration program, on its own, may not be sufficient to prevent the manifestation of behavioral patterns in students' decision-making processes, emphasizing the need for behavioral approaches in the pedagogical guidelines of financial education.pt_BR
dc.format.extent22f.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.relationBarberis, N. C. (2013). Thirty years of prospect theory in economics: A review and assessment. Journal of Economic Perspectives, 27(1), 173-196. doi.org/10.1257/jep.27.1.173 Barberis, N., Huang, M., & Santos, T. (2001). Prospect theory and asset prices. The Quarterly Journal of Economics, 116(1), 1-53. doi.org/10.1162/003355301556310 Benartzi, S., & Thaler, R. H. (1995). Myopic loss aversion and the equity premium puzzle. The Quarterly Journal of Economics, 110(1), 73-92. doi.org/10.2307/2118511 Borges, E. M. G. et al. (2025). O efeito dos vieses motivacionais nas heurísticas e tomadas de decisões financeiras impactadas pelo otimismo irreal. Revista Capital Científico - Eletrônica (RCCe), v. 23. Campos, R. C. L. et al. (2024). Teoria do prospecto e finanças comportamentais: uma análise no contexto da tomada de decisão financeira. Gestão.Org - Revista Eletrônica de Gestão Organizacional, 22(1), p. 1-29. Carvalho, E. K. & Casonato, L. (2024). As hipóteses da racionalidade na Economia Comportamental: história, conteúdo, semelhanças e divergências. Revista de Economia Contemporânea. Cippiciani, F. A. & Farago, F. E. (2024). As finanças comportamentais e a estrutura de capital. Management in Perspective (MiP), v. 6, n. 1. http://dx.doi.org/10.14393-MIP-v6n1-2024-71738. Cruz, A. C., Prado, J. W., & Carvalho, F. M. (2023). O estado da arte em finanças comportamentais: um estudo bibliométrico. Revista de Gestão e Secretariado (GeSec), 14(5), 7480-7500. Dutra, D. S. S.; Santos, M. E. F. & Veloso, C. C. (2024). Impacto das finanças comportamentais no planejamento financeiro de estudantes universitários. Revista Dutra et al., v. 10, n. 3. Fama, E. F. (1970). Efficient capital markets: A review of theory and empirical work. The Journal of Finance, 25(2), 383-417. https://doi.org/10.2307/2325486 Fontes, S. V. (2023). Ensaio teórico sobre ciência comportamental com ênfase na origem e evolução do conhecimento sobre psicologia econômica, economia comportamental e finanças comportamentais. Revista Contribuciones a las Ciencias Sociales, v. 16, n. 12, p. 28652-28666. Kahneman, D. & Tversky, A. (1974). Judgment under uncertainty: Heuristics and biases. Science, 185(4157), 1124-1131. https://doi.org/10.1126/science.185.4157.1124 Kahneman, D., & Tversky, A. (1979). Prospect theory: An analysis of decision under risk. Econometrica, 47(2), 263-292. doi.org/10.2307/1914185 Kahneman, D. & Tversky, A. (1992). Advances in prospect theory: Cumulative representation of uncertainty. Journal of Risk and Uncertainty, 5(4), 297-323. https://doi.org/10.1007/BF00122574 Miranda, A. de O. & Andrade, V. L. P. (2025). As armadilhas psicológicas na economia: refletindo sobre a saúde mental e finanças. Cadernos de Psicologia, Juiz de Fora, v. 7, n. 13, p. 372-390. Odean, T. (1998). Are investors reluctant to realize their losses? The Journal of Finance, 53(5), 1775-1798. doi.org/10.1111/0022-1082.00072 Shefrin, H., & Statman, M. (1985). The disposition to sell winners too early and ride losers too long: Theory and evidence. The Journal of Finance, 40(3), 777-790. doi.org/10.1111/j.1540-6261.1985.tb05002.x Shiller, R. J. (1981). Do stock prices move too much to be justified by subsequent changes in dividends? The American Economic Review, 71(3), 421-436. Shleifer, A., & Vishny, R. W. (1997). The limits of arbitrage. The Journal of Finance, 52(1), 35-55. https://doi.org/10.1111/j.1540-6261.1997.tb03807.x Silva, E. A. C. & Vils, L. (2024). Economia comportamental e poupança: um ensaio teórico. Simpósio Internacional De Gestão, Projetos, Inovação e Sustentabilidade (Singep), 12. Souza, E. L. da C.; Costa, L. & Pagadigorris, M. (2026). O papel da economia comportamental nas decisões financeiras empresariais. Revista Foco, v. 19, n. 1. Thaler, R. H. (1980). Toward a positive theory of consumer choice. Journal of Economic Behavior & Organization, 1(1), 39-60. https://doi.org/10.1016/0167-2681(80)90051-7 Thaler, R. H. (1985). Mental accounting and consumer choice. Marketing Science, 4(3), 199-214. https://doi.org/10.1287/mksc.4.3.199pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectFinanças Comportamentaispt_BR
dc.subjectTeoria do Prospectopt_BR
dc.subjectTomada de Decisãopt_BR
dc.subjectEstudantes de Administraçãopt_BR
dc.titleAversão à Perda na Tomada de Decisão sob Risco entre Estudantes do Curso de Bacharelado em Administraçãopt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8948861194064950pt_BR
dc.contributor.advisor1Nóbrega, Mariane Bezerra
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5320124402375484pt_BR
dc.contributor.referee1Araújo, Rodrigo Leite Farias de
dc.contributor.referee2Araújo, Danniel Cláudio de
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0494084423994936pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/9370447573758706pt_BR
dc.publisher.departmentIgarassupt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAO::ADMINISTRACAO DE EMPRESAS::ADMINISTRACAO FINANCEIRApt_BR
dc.description.resumoO presente estudo analisa a presença de padrões de decisão compatíveis com a aversão à perda, conforme a Teoria do Prospecto, nas escolhas financeiras sob risco dos estudantes do curso de Bacharelado em Administração do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), Campus Igarassu. A fundamentação teórica baseia-se nas contribuições pioneiras das Finanças Comportamentais e na Teoria do Prospecto desenvolvida por Kahneman e Tversky. Metodologicamente, realizou-se uma pesquisa descritiva de natureza quantitativa, configurada como estudo de caso. Os dados foram coletados por meio de um questionário estruturado contendo cenários de decisão financeira adaptados da literatura clássica, aplicados a uma amostra por conveniência de 95 graduandos. Os resultados evidenciaram a forte presença de vieses comportamentais nos participantes. O efeito certeza manifestou-se de forma acentuada no domínio dos ganhos, em que 82,11% dos discentes priorizaram o ganho garantido. Inversamente, no domínio das perdas, o efeito reflexão se fez presente com 74,74% dos respondentes optando pela alternativa probabilística arriscada para evitar perdas certas. No entanto, contrariamente ao padrão clássico, a redução de probabilidades no domínio dos ganhos mostra a manutenção da busca por maior probabilidade de retorno. O teste qui-quadrado e as análises não paramétricas com o escore de aderência (média amostral de 5,66 pontos) revelaram ausência de associação estatisticamente significativa entre as decisões sob risco e o perfil sociodemográfico ou com a percepção subjetiva de risco autodeclarada. Os resultados sugerem que o conhecimento técnico do curso de Administração, por si só, pode não ser suficiente para evitar a manifestação de padrões comportamentais no processo decisório dos estudantes, destacando a necessidade de abordagens comportamentais nas diretrizes pedagógicas de educação financeirapt_BR


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