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dc.creatorMelo, Maria Fernanda Conrado de
dc.date.accessioned2026-08-10T16:36:32Z
dc.date.available2026-08-10T16:36:32Z
dc.date.issued2026-07-08
dc.identifier.citationMELO, Maria Fernanda Conrado de; LIMA, Airlan Arnaldo Nascimento de. MULHERES NA HISTÓRIA DA MATEMÁTICA: trajetórias, contribuições e barreiras ao reconhecimento. 2026. 28 f. TCC (Licenciatura em Matemática) - Instituto Federal de Pernambuco, Campus Pesqueira, Pesqueira, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifpe.edu.br/xmlui/handle/123456789/2266
dc.description.abstractThis study examines the trajectory of women in the history of mathematics from a critical perspective that rejects the naturalization of their invisibility. It proceeds from the hypothesis that the low female presence in established records stems not from intellectual inadequacy, but from structural mechanisms governing access, retention, and recognition within the scientific field. Drawing on a literature review and an analysis of Brazilian academic output—particularly recent theses and dissertations—the study investigates how this erasure has historically taken shape and how it is reconfigured in contemporary forms of knowledge production. The analysis links the silencing of figures such as Hypatia of Alexandria to current dynamics affecting female researchers, highlighting the persistent impact of structural sexism and institutional barriers that limit women’s advancement and visibility. It is observed that, despite the growing number of studies on the subject, the fragmented nature of this research hinders its consolidation as an epistemological field, thereby reproducing—at a different level—the very logic of marginalization it seeks to expose. The study argues that overcoming this situation requires not only equity policies but also a re-examination of the criteria guiding the validation and dissemination ofscientific knowledge. It concludes that addressing gender inequalities in mathematics demands actions that expand women’s access, retention, recognition, and valuation within scientific production, thereby fostering a more diverse and equitable construction of knowledge.pt_BR
dc.format.extent28 f.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
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dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMulheres na Matemáticapt_BR
dc.subjectInvisibilidade Científicapt_BR
dc.subjectProdução Acadêmicapt_BR
dc.subjectEquidade de Gêneropt_BR
dc.subjectHistória da Ciênciapt_BR
dc.titleMulheres na história da matemática: trajetórias, contribuições e barreiras ao reconhecimentopt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/5328909309231987pt_BR
dc.contributor.advisor1Lima, Airlan Arnaldo Nascimento de
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2368819461212823pt_BR
dc.contributor.referee1Maciel, Núbia de Oliveira
dc.contributor.referee2Ramalho, Ícaro Rafael da Silva
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9113179028337606pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2090933044211835pt_BR
dc.publisher.departmentPesqueirapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::HISTORIA::HISTORIA DAS CIENCIASpt_BR
dc.description.resumoEste estudo examina a trajetória das mulheres na história da matemática a partir de uma perspectiva crítica que recusa a naturalização de sua invisibilidade. Parte-se da hipótese de que a baixa presença feminina nos registros consagrados não resulta de insuficiência intelectual, mas de mecanismos estruturais que regulam o acesso, a permanência e o reconhecimento no campo científico. Com base em revisão bibliográfica e análise da produção acadêmica brasileira, especialmente teses e dissertações recentes, investiga-se como o apagamento se constitui historicamente e se reconfigura nas formas contemporâneas de produção do conhecimento. O percurso analítico articula o silenciamento de figuras como Hipátia de Alexandria às dinâmicas atuais que afetam pesquisadoras, evidenciando a atuação persistente do machismo estrutural e de barreiras institucionais que limitam a ascensão e a visibilidade feminina. Observa-se que, mesmo diante do crescimento de estudossobre o tema, a dispersão dessas pesquisas compromete sua consolidação como campo epistemológico, reproduzindo, em outro nível, a lógica de marginalização que procuram denunciar. Sustenta-se que a superação desse quadro exige não apenas políticas de equidade, mas a revisão dos critérios que orientam a validação e a circulação do conhecimento científico. Conclui-se que enfrentar as desigualdades de gênero na matemática requer ações que ampliem o acesso, a permanência, o reconhecimento e a valorização das mulheres na produção científica, fortalecendo uma construção do conhecimento mais diversa e equitativa.pt_BR


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