Mostrar registro simples

dc.creatorVieira, Emanuelle Nacre
dc.date.accessioned2026-06-25T18:24:34Z
dc.date.available2026-06-25T18:24:34Z
dc.date.issued2026-04-10
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifpe.edu.br/xmlui/handle/123456789/2217
dc.description.abstractThis study examines the impact of an investigative teaching sequence based on the Science, Technology, Society and Environment (STSE) framework on high school students’ understanding of dyes and pigments and their socio-environmental implications. The instructional proposal connected core chemical concepts — including molecular structure and the origin of color — to real-world issues associated with synthetic dyes in the textile industry, with particular attention to excessive water consumption and inadequate waste disposal. Adopting a qualitative research design, the study combined pre- and post-tests to assess changes in students’ understanding, along with investigative and experimental activities focused on the production and application of natural dyes. Initial findings revealed that students had limited awareness of environmental impacts and struggled with more abstract chemical concepts. Following the intervention, students demonstrated a clearer ability to relate scientific knowledge to real-life contexts, identify socio-environmental challenges, reflect on the pillars of sustainability, and propose more responsible alternatives, such as the use of natural dyes and appropriate water treatment practices. While difficulties remained in fully grasping more complex molecular concepts, the results suggest that the teaching sequence effectively promoted contextualized learning, encouraged critical thinking, and strengthened socio-environmental awareness. Overall, the study highlights the value of investigative and context-based approaches in Chemistry education.pt_BR
dc.format.extent102 p.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.relationABSORÇÃO da luz e transparência de objetos. Fisica 4. 2015. Disponível em: https://fisic4.wordpress.com/2015/05/03/absorcao-da-luz-e-transparencia-de-objetos/ ACSELRAD, H. Justiça ambiental e construção social do risco. Desenvolvimento e Meio Ambiente, n. 5, 2002. ACSELRAD, H.; MELLO, C. C. A.; BEZERRA, G. N. O que é justiça ambiental. Rio de Janeiro: Garamond, 2009. AIKENHEAD, Glen S. Science education for everyday life: evidence-based practice. New York: Teachers College Press, 2006. ALLOWAY, B. J. Heavy metals in soils: trace metals and metalloids in soils and their bioavailability. Dordrecht: Springer, 2013 ARAÚJO, F. M. de; SAMPAIO, C. de G. Continuing training of teachers in teaching chemistry in the light of the CTSA approach: a bibliographic analysis. Research, Society and Development, v. 11, n. 9, p. e21111931844, 2022. ATKINS, P.; DE PAULA, J. Físico-química. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018. ATKINS, P. W.; JONES, L. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. AUSUBEL, D. P. Aquisição e retenção de conhecimentos: uma perspectiva cognitiva. Lisboa: Plátano, 2003. AZEVEDO, N. J. Ciência, tecnologia e sociedade: a redescoberta da ciência como cultura. Caderno Catarinense de Ensino de Física, v. 13, n. 3, p. 211–230, 1996. AZEVEDO, N. R.; ARAÚJO, S. N. A abordagem CTS e o ensino de Química: um estudo sobre sua viabilidade pedagógica. Química Nova na Escola, n. 24, p. 35–40, 2006. 94 BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011. BARROS, M. A. S.; ALMEIDA, P. Uma abordagem sustentável para o ensino médio: bioplásticos no ensino de Química. Lumen et Virtus, v. 16, n. 50, p. 8706–8764, 2025. DOI: 10.56238/levv16n50-049. BEECHER, G. R. Synthetic food colorants. Critical Reviews in Food Science and Nutrition, v. 45, n. 7–8, p. 465–473, 2005. BERGMANN, A. et al. Benefícios do consumo de carotenóides a partir de frutas nativas do Brasil: uma revisão de literatura. Revista Brasileira de Obesidade, Nutrição e Emagrecimento, v. 15, n. 97, p. 1158–1168, 2022. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: Ministério da Educação, 2018. BRASIL. Lei no 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental e institui a Política Nacional de Educação Ambiental. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 28 de abr. 1999. BRASIL.Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996.Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 23 dez. 1996. BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Educação ambiental e sustentabilidade: uma estratégia para o desenvolvimento. Brasília: MMA, 2012. BRITO, K. B.; NASCIMENTO, C. S.; CERQUEIRA, F. A. Corantes naturais: pigmentos no ensino de Química. Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências, v. 21, 2021. BROWN, T. L. et al. Química: a ciência central. 13. ed. São Paulo: Pearson, 2016. BULLARD, R. D. Dumping in Dixie: race, class, and environmental quality. 3. ed. Boulder: Westview Press, 2000. CARNEIRO, P. A.; ULRICH, G. D.; ZANONI, M. V. B. Desafios no tratamento de efluentes têxteis: uma abordagem crítica. Química Nova, v. 38, n. 4, p. 538–546, 2015. CARVALHO, A. M. P. de. Ensino de ciências: unindo a pesquisa e a prática. São Paulo: Cengage Learning, 2013. CARVALHO, I. C. M. Educação ambiental: a formação do sujeito ecológico. São Paulo: Cortez, 2004. CHASSOT, A. Alfabetização científica: questões e desafios para a educação. 6. ed. Ijuí: Unijuí, 2016. CHASSOT, A. I. Sobre prováveis modelos de átomos. Química Nova na Escola, n. 3, p. 1, 1996. 95 CHRISTIE, R. M. Colour chemistry. Cambridge: Royal Society of Chemistry, 2015. CHUNG, K. T. Azo dyes and human health: a review. Journal of Environmental Science and Health, Part C, 2016. COMISSÃO MUNDIAL SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO. Nosso futuro comum. 2. ed. Rio de Janeiro: FGV, 1988. CORANTES naturais: importância e fontes de obtenção. RECIMA21, v. 3, n. 3, 2022. DOI: 10.47820/recima21.v3i3.1165. CORRÊA, D. S. Corantes. Campinas: Unicamp, 2017. COULTATE, T. P. Food: the chemistry of its components. 5. ed. Cambridge: Royal Society of Chemistry, 2009. DAMODARAN, S.; PARKIN, K. L.; FENNEMA, O. R. Química de alimentos de Fennema. Porto Alegre: Artmed, 2010. DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J. A. P.; PERNAMBUCO, M. M. Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2002. DEMO, P. Educar pela pesquisa. Campinas: Autores Associados, 1996. DUTRA, J. A. et al. Química das cores: cores e corantes sob a perspectiva CTSA. Revista Debates em Ensino de Química, v. 10, n. 1, p. 34–54, 2024. FERNANDES, F. H. A.; OLIVEIRA, M. F.; NAKAGAWA, L. E. A utilização de corantes naturais e artificiais: riscos e benefícios. Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental, v. 11, n. 11, p. 2372–2383, 2013. FIRME, R. N.; AMARAL, E. M. R. Analisando a implementação de uma abordagem CTS na sala de aula de química. Ciência & Educação, v. 17, n. 2, p. 382–399, 2011. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia. 23. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996. FRANCIS, F. J. Natural food colorants. New York: Springer, 2000. FORGACS, E.; CSERHÁTI, T.; OROS, G. Removal of synthetic dyes from wastewaters: a review. Environment International, v. 30, p. 953–971, 2004. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007. GORITO, G.; MORAIS, C. Empowering environmental awareness through chemistry. Education Sciences, v. 16, n. 1, p. 38, 2026. GREGORY, P. Industrial dyes and pigments. 3. ed. Oxford: Wiley-Blackwell, 2010. 96 HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016. HECHT, E. Óptica. 5. ed. São Paulo: Pearson, 2017. HOQUE, M. B. et al. Unraveling the ecological footprint of textile dyes. Pollution Science, v. 5, n. 2, 2024. HOUSECROFT, C. E.; SHARPE, A. G. Química inorgânica. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2018. INFOSUSTENTÁVEL. O que é sustentabilidade. YouTube, 2022. Disponível em: https://www.youtube.com/. Acesso em: 23 novembro 2025. INSTITUTO PENSI. Os perigos do corante caramelo. São Paulo: Instituto Pensi, 2023. Disponível em: https://institutopensi.org.br/os-perigos-do-corante-caramelo/. Acesso em: 21 fev. 2026. KHANDELWAL, Drishti; RANA, Ishika; MISHRA, Vivek; RANJAN, Kumar Rakesh; SINGH, Prashant. Unveiling the impact of dyes on aquatic ecosystems through zebrafish: a comprehensive review. Environmental Research, v. 261, p. 119684, 2024. LAURIE, R. et al. Contributions of education for sustainable development (ESD) to quality education: a synthesis of research. Journal of Education for Sustainable Development, v. 10, n. 2, p. 226–242, 2016. LIMA, E. R.; ROMEU, F. J. Experiências pedagógicas com atividades experimentais no ensino de Química: uma revisão. Revista de Educação, Ciências e Matemática, v. 7, n. 4, 2025. LINS, L. Poluição: em Toritama, água “azul” do Capibaribe é devido a efluentes da lavagem do jeans. Oxe Recife, 30 set. 2023. Disponível em: https://oxerecife.com.br/poluicao-em-toritama-agua-azul-do-capibaribe-e-devido-a-efl uentes-da-lavagem-do-jeans/. Acesso em: 22 fev. 2026. LEFF, E. Saber ambiental: racionalidade, sustentabilidade, complexidade, poder. Petrópolis: Vozes, 2001. LOUREIRO, C. F. B. Trajetória e fundamentos da educação ambiental. São Paulo: Cortez, 2012. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2011. LÜDKE, M.; ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. 2. ed. Rio de Janeiro: E.P.U., 2013. LORENZETTI, L.; DEL PINO, J. C. Educação ambiental: fundamentos e práticas. São Paulo: Cortez, 2001. 97 MARTINS, G. B. C.; SUCUPIRA, R. R.; SUAREZ, P. A. Z. A química e as cores. Revista Virtual de Química, v. 7, n. 4, p. 1508–1534, 2015. Disponível em: http://www.uff.br/rvq. Acesso em: 21 fev. 2026. MAXWELL, J. C. A dynamical theory of the electromagnetic field. Philosophical Transactions of the Royal Society of London, v. 155, p. 459–512, 1865. MODEFICA. Fios da moda: perspectivas sistêmicas para circularidade. São Paulo: Modefica; Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGVCes), 2021. MOREIRA, M. A. Aprendizagem significativa: da teoria à prática. São Paulo: Centauro, 2011. MOREIRA, M. A. O que é afinal aprendizagem significativa? 2012. Disponível em: https://moreira.if.ufrgs.br/oqueeafinal.pdf MORTIMER, E. F.; MACHADO, A. H.; ROMANELLI, L.. A proposta curricular de Química do Estado de Minas Gerais: fundamentos e pressupostos. Química Nova, São Paulo, v. 23, n. 2, 2000. MORTON, M. Pigments and their importance. Progress in Organic Coatings, v. 58, n. 2–3, p. 214–219, 2007. MÜNCHEN, S.; SOARES, A. B.; ADAIME, M. B. Uma abordagem CTS no ensino de química a partir do tema jeans. Ciência e Natura, v. 38, n. 1, p. 462–474, 2016. NEWTON, I. Óptica. São Paulo: EDUSP, 2002. OLIVEIRA, D. B.; DAMAZIO, A. C. S.; TRINDADE, F. B. G. Cuidar, conhecer e agir: uma proposta de contextualização do ensino de Química. 2024. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Transformando nosso mundo: a Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável. Nova York: ONU, 2015. PAIVA, D. S.; RIBEIRO, M. G. História da Química e Ensino: o corante índigo como conteúdo CTS. In: ENPEC, 8., 2011, Campinas. Anais [...]. Campinas: ABRAPEC, 2011. PAVÃO, A. C. Ensino de Ciências: unindo a pesquisa e a prática. Recife: Espaço Ciência, 2008. PESSOA JÚNIOR, W. A. G.; AZEVEDO, F. R. P. Corantes sintéticos e seus impactos ambientais. Revista Ibero-americana de Humanidades, Ciências e Educação, v. 10, n. 12, 2025. PERRENOUD, P. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000. PIMENTA, S. G. Saberes pedagógicos e atividade docente. São Paulo: Cortez, 2002. 98 PINHEIRO, N. A. M.; SILVEIRA, R. M. C. F.; BAZZO, W. A. Ciência, tecnologia e sociedade: a relevância do enfoque CTS para o contexto do ensino médio. Ciência & Educação, v. 15, n. 1, p. 1–13, 2009. PORTO-GONÇALVES, C. W. A globalização da natureza e a natureza da globalização. 6. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2012. POSNER, G. J.; STRIKE, K. A.; HEWSON, P. W.; GERTZOG, W. A. Accommodation of a scientific conception: toward a theory of conceptual change. Science Education, v. 66, n. 2, p. 211–227, 1982. ROBINSON, T. et al. Remediation of dyes in textile effluent. Bioresource Technology, v. 77, n. 3, p. 247–255, 2001. ROSSING, T. D.; CHIAVERINA, C. J. Light science: physics and the visual arts. Cham: Springer Nature, 2019. SACHS, I. Desenvolvimento sustentável: crescimento econômico e proteção ambiental. São Paulo: Cortez, 2004. SÁ, M. R.; LOURENÇO, L. S. Pigmentos e corantes naturais. Química Nova na Escola, v. 35, n. 2, 2013. SANTOS, W. L. P. Educação científica humanística em uma perspectiva freireana. Alexandria, v. 4, n. 1, 2011. SANTOS, W. L. P.; MORTIMER, E. F. Uma abordagem sociocultural e crítica no ensino de ciências. Ciência & Educação, v. 8, n. 1, p. 1–20, 2002. SANTOS, W. L. P. dos; SCHNETZLER, R. P. Educação em Química: compromisso com a cidadania. 4. ed. Ijuí: Editora Unijuí, 2010. SILVA, L. R. G. Corantes naturais: na interface da Química com a arte. Revista Educação Química em Ponto de Vista, v. 6, n. 1, p. 68–84, 2022. SILVA, S. D. SOUSA, M. L. C.; FERREIRA, R. A. Corantes naturais como indicadores ácido-base. Revista Educação Química em Ponto de Vista, v. 1, n. 1, p. 31–45, 2000. SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B.; SNYDER, S. A. Química orgânica. 12. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016. STRIEDER, R. B. KAWAMURA, M. R. D. Educação CTS: parâmetros e propósitos brasileiros. Ensaio: Pesquisa em Educação em Ciências, v. 19, 2017. TUKEY, J. W. Exploratory Data Analysis. Reading, MA: Addison-Wesley, 1977. UNESCO. Education for Sustainable Development: a roadmap. Paris: UNESCO, 2020. 99 UNITED NATIONS. Sustainable Development Goal 4: Quality Education – Target 4.7. 2025. UNITED NATIONS. Sustainable Development Goal 6: Clean Water and Sanitation – Target 6.3. 2025. UNITED NATIONS WATER. SDG 6 Synthesis Report 2023: Water and Sanitation for All. Paris: UNESCO, 2023. VIEIRA, M. C. S.; CURÃ, A. R. F.; SANTOS, G. A. Abordagem CTSA no ensino de Química. 55 ed. Rio de Janeiro: CBQ, 2015. VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998. YAGUB, M. T.; SEN, T. K.; AFROZE, S.; ANG, H. M. Dye and its removal from aqueous solution by adsorption: a review. Advances in Colloid and Interface Science, v. 209, p. 172–184, 2014. YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física universitária. 15. ed. São Paulo: Pearson, 2020. WACQUANT, L. Os condenados da cidade: estudos sobre marginalidade avançada. Rio de Janeiro: Revan, 2001. WITT, O. N. Ueber die Constitution der Farbstoffe. Berichte der Deutschen Chemischen Gesellschaft, v. 9, p. 522–535, 1876. WORLD COMMISSION ON ENVIRONMENT AND DEVELOPMENT. Our Common Future. Oxford: Oxford University Press, 1987. ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998. ZAGO, K. G. A. Aprendizagem baseada em projetos aplicada aos estudos sobre energias renováveis. Dissertação (Mestrado Profissional) – Instituto Federal do Espírito Santo, 2024. ZHANG, Y. et al. Environmental impact of synthetic dyes: a review. Journal of Environmental Chemical Engineering, v. 10, n. 3, 2022. ZANQUI, R. Horta escolar como proposta de abordagem CTS/CTSA da química do ensino médio. Dissertação (Mestrado) – Instituto Federal do Espírito Santo, 2022. ZOLLINGER, H. Color chemistry: syntheses, properties, and applications of organic dyes and pigments. 3. ed. Weinheim: Wiley-VCH, 2003. ZUGA, K. F. Technology education: a focus on content or process? Journal of Technology Education, v. 3, n. 1, p. 16–30, 1992.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEnsino de Químicapt_BR
dc.subjectSustentabilidadept_BR
dc.subjectCorantes e pigmentospt_BR
dc.titleSustentabilidade nas aulas de química: uma abordagem sobre corantes e pigmentos naturais a partir do enfoque da Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente (CTSA)pt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0366361796406012pt_BR
dc.contributor.advisor1Barros, Marcos Antônio Sousa
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2563210680246676pt_BR
dc.publisher.departmentIpojucapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::ENSINO-APRENDIZAGEMpt_BR
dc.description.resumoEste trabalho teve como objetivo analisar as contribuições de uma sequência didática investigativa, fundamentada na abordagem Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente (CTSA), para avaliar a compreensão de estudantes do ensino médio acerca dos corantes e pigmentos e suas implicações socioambientais. A proposta articulou conteúdos químicos, como estrutura molecular e origem das cores, as problemáticas reais relacionadas ao uso de corantes sintéticos na indústria têxtil, com ênfase no consumo excessivo de água e no descarte inadequado de resíduos. A metodologia adotada caracterizou-se como uma pesquisa de natureza qualitativa, com aplicação de pré-teste e pós-teste para análise comparativa dos conhecimentos dos estudantes, além de atividades investigativas e experimentais envolvendo a produção e aplicação de corantes naturais. Os resultados evidenciaram que, inicialmente, os alunos apresentavam percepções superficiais sobre os impactos ambientais e dificuldades na explicação de conceitos químicos mais abstratos. Após a intervenção pedagógica, observou-se avanço significativo na capacidade de relacionar ciência e realidade, reconhecer problemas socioambientais, articular os pilares da sustentabilidade e propor alternativas mais responsáveis, como o uso de corantes naturais e o tratamento adequado da água. Embora persistam desafios na consolidação de conceitos moleculares mais complexos, conclui-se que a sequência didática foi eficaz na promoção de uma aprendizagem contextualizada, no desenvolvimento do pensamento crítico e na ampliação da consciência socioambiental, reforçando a relevância de práticas investigativas e contextualizadas no ensino de Química.pt_BR
dc.creator.name2Silva, Nina Raissa de Almeida da
dc.creator.Lattes2http://lattes.cnpq.br/3301835385862564pt_BR


Arquivos deste item

Thumbnail

Este item aparece na(s) seguinte(s) coleção(s)

Mostrar registro simples