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dc.creatorAraújo, Marlla Fabíola
dc.date.accessioned2021-05-10T19:10:01Z
dc.date.available2021-05-10T19:10:01Z
dc.date.issued2020-12-29
dc.identifier.citationAraújo, Marlla Fabíola. O desenho do lugar: um estudo de caso com crianças do 2ºano do ensino fundamental da escola pública Municipal do Recife Manoel Rolim.2020. 47 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Geografia) - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco, Recife, 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifpe.edu.br/xmlui/handle/123456789/283
dc.description.abstractOur study seeks to recognize the language and spatial memory of children, from the following questions: children being social beings, how do they live their geography? What is the importance of looking at children for the analysis category “place” in Geography? Our methodological reference is qualitative research, supported by the case study technique of children in the 2nd year of elementary school at the partner school. We used the application of semi-structured questionnaires with the class teacher and school manager. To understand the geographic look of children we analyze the drawings of the places that children like most in their neighborhood. The drawings portray the way children feel and live the landscape and space in their social context using their imagination and their perception of the place. Poverty and all its ailments cannot prevent a child from becoming, it only makes it more dramatic. We understand that children in the 2nd year of elementary school at Manoel Rolim face poverty, real estate speculation, the lack of basic structures in their school and the total lack of priority of public policies that respect them in their child and citizen dimension, being and experiencing their own childhood. Children are historical and cultural, as Vygotsky defended, and are, at the same time, geographical beings in a dialectic with the place. Children themselves are children in drawing, playing, learning and teaching. They are children who appropriate the space, who seek to territorialize these spaces with their games, with their occupation, with their use. They are children who feel the space, who need these spaces and who assign meanings to these spaces, transforming them into places.pt_BR
dc.format.extent47 f.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
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dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectGeografia da infânciapt_BR
dc.subjectTeoria Histórico-culturalpt_BR
dc.subjectLugar pelo olhar infantilpt_BR
dc.titleO desenho do lugar: um estudo de caso com crianças do 2ºano do ensino fundamental da escola pública Municipal do Recife Manoel Rolimpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6849815475031519pt_BR
dc.contributor.advisor1Bezerra, Nielson da Silva
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7271599721542630pt_BR
dc.contributor.referee1Agostinho, Ana Alice Freire
dc.contributor.referee2Lirbório, Lúcia Ferreira
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1916952958095180pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/125361242770519pt_BR
dc.publisher.departmentRecifept_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::GEOGRAFIA::GEOGRAFIA HUMANApt_BR
dc.description.resumoNosso estudo busca reconhecer a linguagem e memória espacial das crianças, a partir das seguintes indagações: sendo as crianças seres sociais, como elas vivem sua geografia? Qual a importância do olhar infantil para a categoria de análise “lugar” na Geografia? Nossa referência metodológica é a pesquisa qualitativa, apoiado na técnica de estudo de caso das crianças do 2º ano do ensino fundamental da escola parceira. Utilizamos a aplicação de questionários semiestruturados com a professora da turma e com gestora da escola. Para entender o olhar geográfico das crianças analisamos os desenhos dos lugares que as crianças mais gostam em seu bairro. Os desenhos retratam a maneira que as crianças sentem e vivem a paisagem e o espaço no seu contexto social utilizando a sua imaginação e sua percepção do lugar. A pobreza e todas suas mazelas não podem impedir o vim a ser infantil, apenas torna lo mais dramático. Compreendemos que as crianças do 2º ano do ensino fundamental do Manoel Rolim enfrentam a pobreza, a especulação imobiliária, a falta de estruturas básicas em sua escola e a total falta de prioridade de políticas públicas que as respeitem em sua dimensão infantil e cidadã, sendo e vivenciando a sua própria infância. As crianças, são históricos–culturais como defendia Vygotsky, e são ao mesmo tempo, seres geográficos em numa dialética com o lugar. As crianças por elas mesmas são crianças no desenho, na brincadeira, no aprender e no ensinar. São crianças que se apropriam do espaço, que buscam territorializar esses espaços com suas brincadeiras, com sua ocupação, com seu uso. São crianças que sentem o espaço, que necessitam destes espaços e que atribui significados a esses espaços, transformando-os em lugar.pt_BR


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