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dc.creatorSilva, Klediane Carla de França e
dc.date.accessioned2026-06-30T12:10:38Z
dc.date.available2026-06-30T12:10:38Z
dc.date.issued2026-05-11
dc.identifier.citationSILVA, Klediane Carla de França e. Maracatu e discurso: sentidos e identidade no maracatu de baque solto à luz da teoria social do discurso de fairclough. 2026. 21 f. Monografia (Especialização) - Curso de Linguagem e Práticas Sociais, Instituto Federal de Pernambuco, Garanhuns, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifpe.edu.br/xmlui/handle/123456789/2219
dc.description.abstractIn this paper, we examine the Maracatu Loa genre from the perspective of Fairclough's Social Discourse Theory (2016) and scholars who advocate this theory in critical discourse analysis (Lira, Alves (2018); Gonçalves-Segundo, 2018). We analyze how the Loa can aid in the development of discursive skills to promote the development of a place of speech in society. Specifically, this study sought to investigate how oral communication, in conjunction with the oral tradition of maracatu loa, can foster the conception of language as action; to identify the extent to which we can conceive of the production of loas as a social practice for promoting social change; and to analyze how the poetry of maracatu loas can promote discursive interactions and the process of weaving identity and sociocultural resistance of those who produce them. As a methodological option, we employed a qualitative/interpretative approach to data analysis (Bardin, 2011). We analyzed two prototype texts of the loas genre, analyzing them according to the dimensions of Fairclough's critical analysis: textual, discursive practice, and social practice. The results showed that loas are counter-hegemonic discourses that resignify meanings, resist socio historical invisibility, and their social practice contributes to social transformation by articulating memory, critique, and collective identity, and by tensioning power relations and fostering the weaving of identitiespt_BR
dc.format.extent21 p.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.relationARAUJO, L. C. Quem os desmafagafizar bom desmafagafizador será: textos da tradição oral na alfabetização. Salvador: EDUFBA, 2011. BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011. FAIRCLOUGH, N. Discurso e mudança social. 2. ed. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2016. FRANÇA, A. C. “Loas de Maracatu de baque solto” no contexto da educação de Jovens e Adultos: estratégias para alfabetizar com gênero da tradição oral. Dissertação (Mestrado) – Universidade Pernambuco, Campus Mata Norte. Nazaré da Mata, 2019. ________, A. C.; COSTA-MACIEL, D. A. G. “Loas de Maracatu de Baque Solto” em turmas de alfabetização: inserção de produtores do gênero da tradição oral no contexto da educação de pessoas jovens, adultas e idosas. Interfaces da educação, Paranaíba, v.12, n. 34, p. 213-237, 2021. ________, A. C. Do improviso à rima; do canto à poesia: análise dialógica do gênero discursivo loa de maracatu de baque solto em suas dimensões social e verbal. Trabalho de Conclusão de Curso. Instituto Federal de Pernambuco, Garanhuns, 2023. GONÇALVES-SEGUNDO, P. R. Discurso e prática social. In: BATISTA JR., J. R. L.; SATO, D. T. B. S.; MELO, I. F. (org.). Análise de discurso para linguista e não linguistas. 1. ed. São Paulo: Parábola, 2018. LIRA, L. C. E.; ALVES, R. B. C. Teoria social do discurso e evolução da análise de discurso crítica. In: BATISTA JR., J. R. L.; SATO, D. T. B. S.; MELO, I. F. (org.). Análise de discurso para linguista e não linguistas. 1. ed. São Paulo: Parábola, 2018. MOURA, C. A. S. Manoelzinho Salustiano: histórias de um mestre no terreiro. Recife: Edupe, 2021. PAIVA, V.L.M. O que é pesquisa. In: PAIVA, V.L.M. O manual de pesquisa em estudos linguísticos. São Paulo: Parábola Editorial, 2019, p. 7-15. RIBEIRO, D. Lugar de fala. São Paulo: Pólen, 2019. SILVA, S. V. Festa de Caboclo. 2. ed. Olinda, PE: Associação Reviva, 2021.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMaracatupt_BR
dc.subjectLoa de maracatupt_BR
dc.subjectAnálise do discursopt_BR
dc.titleMaracatu e discurso: sentidos e identidade no maracatu de baque solto à luz da Teoria Social do Discurso de Faircloughpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9072485916319550pt_BR
dc.contributor.advisor1Freire, Patrocínio Solon
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5634998915570816pt_BR
dc.contributor.referee1Amorim, Gustavo da Silveira
dc.contributor.referee2Silva, Claudemir dos Santos
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5869849326245449pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8852100337307184pt_BR
dc.publisher.departmentGaranhunspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRASpt_BR
dc.description.resumoNeste trabalho, tratamos sobre o gênero Loas de Maracatu de Baque Solto na perspectiva da Teoria Social do Discurso de Fairclough (2016) e estudiosos que defendem a teoria na Análise de Discurso Crítica (Lira, Alves (2018); Gonçalves-Segundo, 2018). Analisamos de que maneira a Loa pode auxiliar no desenvolvimento de habilidades discursivas para a promoção do desenvolvimento do lugar de fala na sociedade. Especificamente, este estudo buscou investigar como a comunicação oral em interface com o gênero da tradição oral loa de maracatu pode fomentar a concepção de linguagem como ação; identificar até que ponto podemos conceber a produção de loas como prática social para a promoção da mudança social, e analisar como a poesia das loas de maracatu pode promover interações discursivas e o processo de tessitura da identidade e resistência sociocultural de quem as produz. Como opção metodológica, empregamos o prisma qualitativo/interpretativo de análise de dados (Bardin, 2011). Realizamos a análise de dois protótipos de textos do gênero loas, analisando-as nas dimensões da análise crítica de Fairclough, a saber: textual, prática discursiva e prática social. Os resultados evidenciaram que as loas se configuram como discursos contra hegemônicos que ressignificam sentidos, resistem à invisibilização sócio-histórica e sua prática social contribui para a transformação social ao articular memória, crítica e identidade coletiva, e ao tencionar relações de poder e promover a tessitura de identidadespt_BR


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