Mostrar registro simples

dc.creatorMelo, Jayne Barbosa de
dc.date.accessioned2026-02-03T19:21:00Z
dc.date.available2026-02-03T19:21:00Z
dc.date.issued2025-12-18
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifpe.edu.br/xmlui/handle/123456789/1980
dc.description.abstractThis article analyzes the lyrics of the songs “Rodo Cotidiano” (O Rappa), “Be Myself” (Charlie Brown Jr.), and “Stab” (Planet Hemp) as forms of resistance to alienation, exhaustion, and oppression in everyday working life. Urban popular song is understood as a literary language that expresses collective experiences and social criticism. The objective is to examine how these songs denounce productivist logic and construct discourses of contestation. Specifically, the study seeks to: investigate how lyrical subjects narrate dissatisfaction with urban life; interpret the desire for authenticity in the face of social pressures; and reflect on song lyrics as sociopolitical critique and as a form of cultural resistance. The study is grounded in the concepts of literature of resistance (Bosi, 1992; Gonçalves and Bonnici, 2005), literature of testimony and escrevivência (Seligmann-Silva, 2005; Silva Belo, 2020), articulating these theoretical frameworks with the textual and thematic analysis of the lyrics, while also engaging with contemporary readings that extend these discussions to everyday life, as proposed by Silva (2020). It is concluded that these compositions function as devices of contestation and symbolic elaboration of the urban worker’s experience.pt_BR
dc.format.extent14f.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.relationBOSI, Alfredo. Literatura e resistência. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. BONNICI, Thomas; GONÇALVES, Luiz. O conceito de resistência em três textos da literatura brasileira. Revista Letras, Curitiba, n. 91, p. 361-376, 2016. Disponível em: https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=307324855004. Acesso em: 21 nov. 2025. CHARLIE BROWN JR. Be Myself. In: Camisa 10 joga bola até na chuva. Sony Music, 2009. 1 CD, faixa 5 (4min). CONFORTE, André. Tradução de poema e de letra de canção: um estudo de casos. In: CONFORTE, André; CORREIA, Claudio (Orgs.). Semiótica, pesquisa e ensino. Comunicações. Volume 1. Rio de Janeiro: Dialogarts, 2019. SILVA BELO, Josimere Maria da. Hermilo Borba Filho [manuscrito]: escrita do corpo, performance da escrita e resistência em “Um cavalheiro da segunda decadência”. 2020. 233 f. Manuscrito. Disponível em: https://tede.bc.uepb.edu.br/jspui/bitstream/tede/3650/2/TESE%20%20JOSIMERE%2 0MARIA%20DA%20SILVA.pdf. Acesso em: 25 nov. 2025. KLINGER, Diana. A escrita de si: o retorno do autor e o testemunho. Revista Estudos Literários, Araraquara, v. 47, n. 2, p. 99-116, 2015. O RAPPA. Rodo Cotidiano. In: O silêncio que precede o esporro. Warner Music Brasil, 2003. 1 CD, faixa 4 (6min). PLANET HEMP. Stab. In: A invasão do sagaz homem fumaça. Rio de Janeiro: Sony Music, 2000. 1 CD, faixa 5 (4min).pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAn error occurred on the license name.*
dc.rights.uriAn error occurred getting the license - uri.*
dc.subjectLiteratura Brasileira Contemporâneapt_BR
dc.subjectLiteratura de resistênciapt_BR
dc.subjectCanção popular urbanapt_BR
dc.subjectCrítica literáriapt_BR
dc.subjectAnálise do discursopt_BR
dc.titleEntre o batente e o grito: resistências possíveis no cotidiano do trabalhador em letras de cançãopt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/3919546536576027pt_BR
dc.contributor.advisor1Belo, Josi Maria Silva
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5578114618975023pt_BR
dc.contributor.referee1Azevêdo, Ciro Linhares de
dc.contributor.referee2Karlo-Gomes, Geam
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1085057991295890pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6941717348545116pt_BR
dc.publisher.departmentGaranhunspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURA BRASILEIRApt_BR
dc.description.resumoEste artigo analisa as letras das músicas “Rodo Cotidiano” (O Rappa), “Be Myself” (Charlie Brown Jr.) e “Stab” (Planet Hemp) como formas de resistência diante da alienação, do esgotamento e da opressão do cotidiano laboral. Considera-se a canção popular urbana uma linguagem literária que expressa experiências coletivas e críticas sociais. O objetivo é analisar como essas canções denunciam a lógica produtivista e constroem discursos de contestação. Especificamente, busca-se: investigar como os sujeitos líricos narram a insatisfação com a vida urbana; interpretar o desejo de autenticidade frente às pressões sociais; e refletir sobre a canção como crítica sociopolítica e forma de resistência cultural. O estudo fundamenta-se nos conceitos de literatura de resistência (Bosi 1992 e Gonçalves e Bonnici, 2005), literatura de testemunho e escrevivência (Seligman-Silva, 2005 e Silva Belo, 2020), articulando tais referenciais à análise textual e temática das letras, mas que também se expandem para o cotidiano em leituras contemporâneas, como as tratadas em Silva (2020). Conclui-se que essas composições atuam como dispositivos de contestação e elaboração simbólica da experiência do trabalhador urbano.pt_BR


Arquivos deste item

Thumbnail
Thumbnail

Este item aparece na(s) seguinte(s) coleção(s)

Mostrar registro simples