Mostrar registro simples

dc.creatorJhucyane Pires, Rodrigues
dc.date.accessioned2026-01-19T11:55:17Z
dc.date.available2026-01-19T11:55:17Z
dc.date.issued2025-12-16
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifpe.edu.br/xmlui/handle/123456789/1967
dc.format.extent13f.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.relationADICHIE, Chimamanda Ngozi. O perigo de uma história única. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. 64 p. AULA 02. De onde vêm as ideias. CASA FOLHA, 2025. Disponível em: https://youtu.be/XtWdkvZz0pA. Acesso em: 28 abr. 2025. ALTHUSSER, Louis. Aparelhos Ideológicos de Estado. 3ª edição. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1987. BISPO, Nêgo. A terra dá, a terra quer: saberes do encantamento contra o desencantamento do mundo. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2021. 3Pensemos aqui o conceito de “lugar de fala” a partir dos estudos da filósofa Djamila Ribeiro (2017), que o compreende como o reconhecimento de que todo indivíduo ocupa um lugar social específico a partir do qual fala. Não se trata de definir quem pode ou não falar sobre determinada temática, mas de questionar a hierarquização dos saberes fundada na branquitude e em outras estruturas de poder. Trata-se, acima de tudo, de uma postura ética comprometida com a construção de uma sociedade menos desigual. Instituto Federal de Pernambuco. Campus Garanhuns. Especialização em Linguagem e Práticas Sociais. 16 de dezembro de 2025. BONICCI, Thomas; GONÇALVES, Ângela Aparecida. O conceito de resistência em três textos da literatura brasileira à lua da teoria pós-colonial. Revista Maringá, v.27, n.2, p.151-161, 2005. BOSI, Alfredo. Literatura e resistência. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. CANDIDO, Antonio (1988). Direito à literatura. In: CANDIDO, Antonio. Vários escritos. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul. CIÊNCIA & Letras - Conceição Evaristo. Canal saúde oficial. 2015. Disponível em:https://www.youtube.com/watch?v=lMQps4LU0t4. Acesso em 11 mai. 2025. COSTA, Adriana. Brasil Colonial: divergência entre o escravismo indígena e o africano. Para entender a história. ISSN 2179-4111. Ano 2, V. ago., Série 23/08, 2011, p.01-05. Disponível em: https://fabiopestanaramos.blogspot.com/2011/08/brasil-colonial-divergencia-casaentr e-o.html Acesso em: 11 mai. 2025. GONZALEZ, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. In: Revista Ciências Sociais Hoje, Anpocs, 1984. HAMPATÉ BÂ. A tradição viva. In: KI-ZERBO, Joseph (org.). História geral da África I: Metodologia e pré-história da África. Brasília: UNESCO. 2010. p. 167-212. HOOKS, Bell. Erguer a voz: pensar como feminista, pensar como negra. Tradução de Stephanie Borges. 1ª ed. São Paulo: Elefante, 2019. KILOMBA, Grada. Memórias de plantação: episódios de racismo cotidiano. Rio de Janeiro: Cobogó, 2019. MBEMBE, Achille. Necropolítica: biopoder, soberania, estado de exceção, política de morte. Tradução de Renata Santini. São Paulo: n-1 edições, 2018. MILLS, Charles W. White ignorance. In: S. Sullivan e N. Tuana (eds.), Race and epistemologies of ignorance, Albany, State University of New York Press. 2007. NASCIMENTO, Jonatan Rocha do. O mito da manga com leite. Medium. 2022. Disponível em: https://jonatanrn.medium.com/o-mito-da-manga-com-leite-4f600f928466. Acesso em: 24 mai. 2025. RIBEIRO, Djamila. O que é lugar de fala?. Belo Horizonte (MG): Letramento, 2017. Instituto Federal de Pernambuco. Campus Garanhuns. Especialização em Linguagem e Práticas Sociais. 16 de dezembro de 2025. RICOEUR, Paul. O si-mesmo como outro. Trad. Ivone C. Benedetti. São Paulo: Martins Fontes, 2014. SAID, Edward. Cultura e imperialismo. Tradução de Denise Bottmann. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. SILVA, Josimere Maria. Hermilo Borba Filho [manuscrito]: escrita do corpo, performance da escrita e resistência em “Um cavalheiro da segunda decadência". Orientação: Profa. Dra. Geralda Medeiros Nóbrega. 2020. Tese (Doutorado em Literatura e Interculturalidade) - Universidade Estadual da Paraíba, Centro de Educação, 2020. SPIVAK, Gayatri C. Pode o subalterno falar? Tradução: Sandra Regina Goulart Almeida et al. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010. VIEIRA JÚNIOR. Itamar. Doramar ou a odisseia: Histórias. 1.ed. São Paulo: Todavia, 2021. VIEIRA JUNIOR, Itamar. Salvar o fogo. São Paulo: Todavia, 2023. VIEIRA JÚNIOR, Itamar. Torto arado. São Paulo: Todavia, 2019. WEKKER, Gloria. White innocence: paradoxes of colonialism and race. Durham/Londres, Duke University Press, 2016.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAn error occurred on the license name.*
dc.rights.uriAn error occurred getting the license - uri.*
dc.subjectLiteratura Brasileira Contemporâneapt_BR
dc.subjectLiteratura de resistênciapt_BR
dc.subjectCrítica literáriapt_BR
dc.subjectPós-colonialismo na literaturapt_BR
dc.subjectEscravizaçãopt_BR
dc.title(R)existência, escrevivência e revolta em "Alma", conto de Itamar Vieira Júniorpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6286344385652066pt_BR
dc.contributor.advisor1Belo, Josi Maria Silva
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5578114618975023pt_BR
dc.contributor.referee1Domingos, Sílvia Jussara Barbosa dos Santos
dc.contributor.referee2Nunes, Valfrido da Silva
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6531687901182430pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8859607470653114pt_BR
dc.publisher.departmentGaranhunspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURA BRASILEIRApt_BR
dc.description.resumoEste artigo apresenta uma análise do conto “Alma” (2021), de autoria de Itamar Vieira Junior, sob a luz do conceito de resistência levantado por Bosi (2002) e, posteriormente, discutido por estudiosos pós-colonialistas e contracolonialistas. Observa-se que a literatura contemporânea brasileira vem demonstrando uma crescente produção de escritas engajadas ao viés político-social e racial do país, denunciando os problemas modernos e também trazendo às histórias coloniais uma perspectiva contracolonialista, que ressalta a luta e a resistência dos povos afrodescendentes e indígenas. Ademais, a pesquisa tem como objetivo principal identificar a presentificação da noção de resistência, nos moldes descritos acima, tendo como objeto o conto “Alma” (2021). Para isso, ter-se-á também como aporte teórico os estudos de Spivak (2010) sobre a problematização da representação do sujeito subalterno, Gonçalves e Bonnici (2005) para elucidar a construção do outro no discurso colonial, Evaristo (2015) para se pensar a noção de escrevivência, dentre outros nomes. Diante da análise, pode-se constatar que resistir, nos tempos atuais, tem a ver com reparação e, portanto, transborda para os níveis político, simbólico, cultural e social.pt_BR


Arquivos deste item

Thumbnail
Thumbnail

Este item aparece na(s) seguinte(s) coleção(s)

Mostrar registro simples