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dc.creatorAndrade, Jackson Nascimento de
dc.date.accessioned2026-08-18T22:55:05Z
dc.date.available2026-08-18T22:55:05Z
dc.date.issued2026-07-13
dc.identifier.citationANDRADE, Jackson Nascimento de. Evolução do esgotamento sanitário no Recife (2016–2025): avaliação dos resultados do plano municipal de saneamento básico. 2026.20f. Traba-lho de Conclusão de Curso. (Curso de Engenharia Civil) - Instituto Federal de Ciência e Tecnologia de Pernambuco, Recife. 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifpe.edu.br/xmlui/handle/123456789/2280
dc.description.abstractUniversal access to sanitary sewerage remains one of the main challenges faced by major Brazilian cities, particularly in contexts characterized by social inequalities and unplanned urban expansion. This study analyzed the evolution of sanitary sewer services in Recife between 2016 and 2025, considering the targets established in the Municipal Basic Sanitation Plan (MBSP) and comparing the city's performance with that of other state capitals in Northeastern Brazil. This descriptive-analytical study adopted a quantitative approach based on historical secondary data obtained from the National Sanitation Information System (SNIS) and the National Basic Sanitation Information System (SINISA). Historical data on sewage collection and treatment coverage were examined, and Recife's performance was compared with that of Salvador and Fortaleza. The results indicated stagnation in sewage collection collection coverage, which increased only marginally from 39.95% in 2016 to 40.28% in 2025, remaining well below the target of 90% established for 2033. Conversely, the sewage treatment rate remained close to 100%. It is concluded that Recife has made progress in wastewater treatment infrastructure but still faces significant challenges in expanding sewage collection coverage.pt_BR
dc.format.extent20f.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
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dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEngenharia civilpt_BR
dc.subjectSaneamento básicopt_BR
dc.subjectEsgotamento sanitáriopt_BR
dc.subjectPlano municipalpt_BR
dc.titleEvolução do esgotamento sanitário no Recife (2016-2025): avaliação dos resultados do plano municipal de saneamento básicopt_BR
dc.typeArticlept_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0851104112875757pt_BR
dc.contributor.advisor1Lacerda júnior, Hildeberto Bernardes de
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6911726032945230pt_BR
dc.contributor.referee1Lacerda Júnior, Hildeberto Bernardes de
dc.contributor.referee2Morais, Juliana Cardoso de
dc.contributor.referee3Bernardes, Marcela Verônica Alves de Souza
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6911726032945230pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7365963938421954pt_BR
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/1469037268962739pt_BR
dc.publisher.departmentRecifept_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqENGENHARIAS::ENGENHARIA SANITARIA::SANEAMENTO BASICO::DRENAGEM URBANA DE AGUAS PLUVIAISpt_BR
dc.description.resumoA universalização do esgotamento sanitário constitui um dos principais desafios das grandes cidades brasileiras, especialmente em contextos marcados por desigualdades e ocupação urbana desordenada. Este estudo analisou a evolução do esgotamento sanitário no Recife entre 2016 e 2025, considerando as metas estabelecidas no Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB) e comparando seu desempenho com outras capitais nordestinas. Trata-se de uma pesquisa descritivo analítica com abordagem quantitativa, baseada em séries históricas de dados secundários do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) e do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA). Foram examinadas as séries históricas de cobertura de coleta e tratamento de esgoto e o desempenho do Recife em comparação com Salvador e Fortaleza. Os resultados indicaram estagnação na cobertura da rede coletora, que passou de 39,95% em 2016 para 40,28% em 2025, permanecendo distante da meta de 90% prevista para 2033. Em contrapartida, o tratamento do esgoto manteve-se próximo a 100%. Conclui-se que Recife avançou na infraestrutura de tratamento, mas ainda enfrenta desafios significativos para ampliar a cobertura da coleta.pt_BR


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