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dc.creatorMelo, Luzia da Silva
dc.date.accessioned2026-03-31T19:12:25Z
dc.date.available2026-03-31T19:12:25Z
dc.date.issued2025-12-18
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifpe.edu.br/xmlui/handle/123456789/2096
dc.format.extent11f.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.relationARAÚJO, Gabriela Costa. Bajubá: memórias e diálogos das travestis. Jundiaí, SP: Paco Editorial / Paco e Littera, 2019. BOSI, Alfredo. História concisa: da literatura brasileira. 50. ed. São Paulo: Cultrix, 2015. BOSI, Alfredo. Literatura e resistência. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. BOSI, Alfredo. Narrativa e resistência. Itinerários – Revista de Literatura, n. 10, p. 11–27, 1996. Disponível em: https://repositorio.unesp.br/handle/11449/122698. Acesso em: 24 set. 2025. BOSI, Ecléa. Memória e sociedade: lembranças de velhos. 4. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1994. DALCASTAGNÈ, Regina. Literatura brasileira contemporânea: um território contestado. Rio de Janeiro: Editora UERJ, 2018. DUARTE, Constância Lima (org.). Literatura e afrodescendência no Brasil: antologia crítica. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2011. EVARISTO, Conceição. Escrevivência: a escrita de nós. In: DUARTE, Constância Lima (org.). Literatura e afrodescendência no Brasil: antologia crítica. Belo Horizonte: UFMG, 2011. EVARISTO, Conceição. Literatura negra: uma poética de nossa afro-brasilidade. In: DUARTE, Constância Lima (org.). Literatura e afrodescendência no Brasil: antologia crítica. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2011. v. 1, p. 99–103. EVARISTO, Conceição. Olhos d’água. 1. ed. Rio de Janeiro: Pallas; Fundação Biblioteca Nacional, 2016. FUKS, Rebeca. Conceição Evaristo: escritora, professora e ativista brasileira. Ebiografia, 2020. Disponível em: https://www.ebiografia.com/conceicao_evaristo. Acesso em: 5 out. 2020. GARCÍA, Humberto. Testimonio y memoria: en América Latina. Bogotá: Editorial Magisterio, 2003. GINZBURG, Jaime. Linguagem e trauma: na escrita do testemunho. Conexão Letras, Porto Alegre, v. 3, n. 3, p. 61–66, 2008. DOI: https://doi.org/10.22456/2594-8962.55604. GONÇALVES, Ângela Aparecida; BONNICI, Thomas. O conceito de resistência: em três textos da literatura brasileira à luz da teoria pós-colonial. Acta Scientiarum. Human and Social Sciences, Maringá, v. 27, n. 2, p. 151–161, 2005. DOI: https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v27i2.196. HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Centauro, 2006. MBEMBE, Achille. Crítica da razão negra. Tradução de Sebastião Nascimento. Lisboa: Antígona, 2013. MIGNOLO, Walter D. A ideia da América Latina. Tradução de Ana Carolina Lobo. São Paulo: Annablume, 2005. MOIRA, Amara. Neca: romance em bajubá. São Paulo: Companhia das Letras, 2024. PENNA, Cecilia. Testimonio y narrativas: de resistencia. Buenos Aires: Biblos, 2003. POLLAK, Michael. Memória e identidade social. Estudos Históricos, v. 5, n. 10, p. 200–212, 1992. QUIJANO, Aníbal. Colonialidad y modernidad/racionalidad. Perú Indígena, Lima, v. 13, n. 29, p. 11–20, 1992. SANTOS, Boaventura de Sousa. Para além do pensamento abissal: das linhas globais a uma ecologia de saberes. Revista Crítica de Ciências Sociais, Coimbra, n. 78, p. 3–46, 2007. SELIGMANN-SILVA, Márcio. Narrar o trauma: a questão dos testemunhos de catástrofes históricas. Psicologia Clínica, v. 20, n. 1, p. 65–82, 2008. SELIGMANN-SILVA, Márcio. O testemunho na era das catástrofes: narrativas e aporias. São Paulo: Editora 34, 2008. SPIVAK, Gayatri Chakravorty. Pode o subalterno falar? Tradução de Sandra Regina Goulart Almeida; Marcos Pereira Feitosa; André Pereira. 2. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010. TODOROV, Tzvetan. A literatura em perigo. Tradução de Caio Meira. Rio de Janeiro: Difel, 2009. TV PUC-Rio. Entrevista com Conceição Evaristo. 2018. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=-uCVGkB8H3I. Acesso em: 20 nov. 2025.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
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dc.subjectLiteratura Brasileira Contemporâneapt_BR
dc.subjectLiteratura de resistênciapt_BR
dc.subjectMemória na literaturapt_BR
dc.titleResistência e testemunho no conto olhos d’água, de Conceição Evaristopt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/6159008503523429pt_BR
dc.contributor.advisor1Belo, Josi Maria Silva
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5578114618975023pt_BR
dc.contributor.referee1Azevêdo, Ciro Linhares de
dc.contributor.referee2Karlo-Gomes, Geam
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1085057991295890pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6941717348545116pt_BR
dc.publisher.departmentGaranhunspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURA BRASILEIRApt_BR
dc.description.resumoO presente artigo analisa o conto a partir das noções teóricas da resistência e do testemunho na narrativa do conto, Olhos d’Água, de Conceição Evaristo, destacando como a autora constrói um espaço de denúncia social e afirmação da subjetividade negra feminina. A partir do conceito de escrevivência, desenvolvido pela própria autora, a pesquisa destaca o modo como a escrita literária transforma experiências pessoais e coletivas de dor, pobreza e racismo em gestos políticos e poéticos de resistência. A fundamentação teórica apoia-se em autores como Bosi (2002, 2015), Seligmann-Silva (2008), Ginzburg (2008) e Spivak (2010), que refletem sobre memória, trauma, subalternidade e poder de enunciação. A análise do conto “Olhos d’Água” revela que o testemunho da narradora-filho reconfigura a memória materna e ancestral como forma de resistência frente ao apagamento histórico. A imagem dos “olhos d’água”, símbolo de sofrimento e de força, expressa a continuidade das dores coletivas e das violências interseccionais sofridas pelas mulheres negras. Assim, o texto evaristiano reinscreve vozes antes silenciadas, convertendo a escrita em espaço de escuta e visibilidade. Assim, compreendemos que ao unir escrevivência, testemunho e resistência, Conceição Evaristo rompe com a tradição eurocêntrica e patriarcal da literatura brasileira, promovendo uma descolonização3 da narrativa e uma reinscrição da voz subalterna feminina. A autora demonstra que escrever, nesse contexto, é um ato de (re)existência e de afirmação identitária que transforma a dor em potência estética e política.pt_BR


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