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dc.creatorRufino, Philipe Souza
dc.date.accessioned2026-03-20T16:05:21Z
dc.date.available2026-03-20T16:05:21Z
dc.date.issued2026-01-12
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dc.identifier.urihttps://repositorio.ifpe.edu.br/xmlui/handle/123456789/2067
dc.description.abstractThis study analyzed risk management and biosafety conditions in the commercialization of medicinal plants in public markets of Recife-PE, recognizing their cultural, therapeutic, and economic relevance. The research was descriptive, observational, quantitative, conducted between January 2024 and July 2025, through structured interviews with herbal vendors and direct observation of storage conditions, labeling, botanical identification and workplace safety. Statistical analysis using Chi square and ANOVA revealed a strong predominance of orally transmitted family knowledge (p<0.001), in addition to the frequent use of plastic bags for storage (p<0.001), indicating microbiological vulnerability and risk of chemical degradation. Results also demonstrated low traceability of plant origin, non-standardized labeling, reliance on organoleptic control, and inconsistent validity information, affecting phytochemical quality and consumer safety. Low adherence to Personal Protective Equipment and limited compliance with NR-1, NR-6, NR-15, NR-17, NR-24 and RDC 26/2014 reinforce occupational risks. The findings indicate the need to integrate traditional herbal knowledge with sanitary training, traceability tools and minimum labeling standards. It is concluded that improving biosafety practices does not diminish cultural knowledge; it preserves and strengthens it, ensuring safer therapeutic use and supporting public policies, health surveillance and management strategies in the commercialization of medicinal plants in Recifept_BR
dc.format.extent85 p.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
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dc.rightsAcesso Abertopt_BR
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dc.rights.uriAn error occurred getting the license - uri.*
dc.subjectBiossegurançapt_BR
dc.subjectPlantas medicinaispt_BR
dc.subjectMercados públicospt_BR
dc.subjectGerenciamento de riscospt_BR
dc.titleAnálise dos riscos sanitários e ocupacionais na comercialização de plantas medicinais em mercados públicos de Recife - PE sob perspectiva da gestão em saúdept_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2022066739716939pt_BR
dc.contributor.advisor1Santos, José Alex Alves dos
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0636855232200778pt_BR
dc.contributor.referee1Paiva, José Daniel Soares de
dc.contributor.referee2Rossiter, Daniella Cardoso Lemos de Oliveira
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0121308176342194pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6161928722650162pt_BR
dc.publisher.departmentAbreu e Limapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVApt_BR
dc.description.resumoO presente estudo analisou o gerenciamento de riscos e as condições de biossegurança na comercialização de plantas medicinais nos mercados públicos de Recife-PE, reconhecendo sua importância cultural, terapêutica e econômica para a população. A pesquisa, de natureza descritivo-observacional com abordagem quantitativa, foi realizada entre janeiro de 2024 e julho de 2025, envolvendo entrevistas estruturadas com raizeiros e observação direta das práticas de armazenamento, rotulagem, identificação botânica e organização das bancas. A aplicação dos testes Qui-quadrado e ANOVA demonstrou predominância significativa da transmissão familiar do conhecimento tradicional (p<0,001), além do uso majoritário de sacos plásticos no acondicionamento de plantas (p<0,001), indicando fragilidade sanitária e risco de contaminação. Verificou-se baixa padronização na identificação botânica e rastreabilidade da procedência, dependência de controle organoléptico, bem como informações inconsistentes sobre validade, o que compromete segurança farmacológica, qualidade fitoquímica e confiança do consumidor. Paralelamente, observou-se baixa adesão a Equipamentos de Proteção Individual e limitado cumprimento das normas NR-1, NR-6, NR-15, NR-17, NR- 24 e RDC 26/2014, gerando vulnerabilidades ocupacionais. Os achados evidenciam a necessidade de integração entre saber tradicional e conhecimento técnico, com foco em capacitação, rastreabilidade e rotulagem mínima. Conclui-se que aperfeiçoar práticas de biossegurança não reduz o valor do conhecimento ancestral, ao contrário, permite que continue existindo com segurança, fortalecendo seu papel social, econômico e terapêutico, além de subsidiar políticas públicas, vigilância e gestão sanitária voltadas à comercialização de plantas medicinais nos mercados públicos do Recifept_BR


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