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dc.creatorSilva, Jéssica Florentino Soares da
dc.date.accessioned2026-03-11T22:36:05Z
dc.date.available2026-03-11T22:36:05Z
dc.date.issued2025-12-16
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifpe.edu.br/xmlui/handle/123456789/2050
dc.format.extent12f.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.relationBOSI, Alfredo. Narrativa e resistência. Itinerários: Revista de Literatura, Araraquara, n. 10, p. 11–27, 1996. ______. Dialética da colonização. 5. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. GONÇALVES, Maria José Lopes; BONNICI, Thomas. Literatura pós-colonial: teorias e textos. São Paulo: Ática, 2010. IBERAL, Bruno. O contrário de B. Revista Blecaute – Literatura e Artes, Campina Grande, PB, ano 6, n. 18, fev./mar./abr. 2014. Disponível em: https://revistablecaute.com/wp-content/uploads/2020/05/02-Conto-O-Contr%C3%A1rio-de-B-Bruno-Liberal-PE.pdf. Acesso em: 20 mar. 2025. MBEMBE, Achille. Necropolítica. Tradução de Renata Santini. São Paulo: n-1 edições, 2018. RANCIÈRE, Jacques. A partilha do sensível: estética e política. Tradução de Mônica Costa Netto. 2. ed. São Paulo: Editora 34; EXO experimental org., 2009. SILVA, Denise Ferreira da. Towards a global idea of race. Minneapolis: University of Minnesota Press, 2007. SOUZA, Márcio. O Brasil como invenção: o processo de formação do país e a construção da identidade nacional. São Paulo: Moderna, 1994. Citado por SPIVAK, Gayatri Chakravorty. Pode o subalterno falar? Tradução de Sandra Regina Goulart Almeida. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010, p. 133.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
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dc.subjectLiteratura Brasileira Contemporâneapt_BR
dc.subjectLiteratura de resistênciapt_BR
dc.subjectRacismopt_BR
dc.titleLiteratura de resistência: vozes do sujeito subalterno em “O contrário de B.”, de Bruno Liberalpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/6071317351744447pt_BR
dc.contributor.advisor1Belo, Josi Maria Silva
dc.contributor.advisor1Latteshttps://lattes.cnpq.br/5578114618975023pt_BR
dc.contributor.referee1Domingos, Sílvia Jussara Barbosa dos Santos
dc.contributor.referee2Nunes, Valfrido da Silva
dc.contributor.referee1Latteshttps://lattes.cnpq.br/6531687901182430pt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttps://lattes.cnpq.br/8859607470653114pt_BR
dc.publisher.departmentGaranhunspt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURA BRASILEIRApt_BR
dc.description.resumoEsta pesquisa analisa a obra O contrário de B., de Bruno Liberal, a partir da perspectiva da literatura de resistência, compreendendo a literatura como um espaço simbólico de denúncia e de visibilização de experiências historicamente marginalizadas. O corpus da investigação é o conto homônimo, que narra a trajetória de um adolescente negro em situação de rua, cuja existência é marcada pela fome, pelo abandono e pela negação de sua humanidade. A análise fundamenta-se, sobretudo, na concepção de Alfredo Bosi (1996), para quem a resistência literária constitui um gesto ético realizado por meio da estética, ao tornar visíveis narrativas e sujeitos silenciados pelos sistemas de poder. O estudo dialoga ainda com a crítica pós-colonial, especialmente com Gonçalves e Bonnici (2010), evidenciando as tensões entre centro e periferia e a permanência de hierarquias forjadas pela colonialidade. Ademais, mobiliza-se a reflexão de Gayatri Spivak (2010) acerca do sujeito subalterno, cujo silenciamento resulta de estruturas históricas e discursivas que restringem sua possibilidade de fala e agência. Conclui-se que a narrativa de Bruno Liberal expõe os mecanismos de exclusão e do racismo estrutural, ao mesmo tempo em que reafirma a literatura como um espaço privilegiado de resistência ética e estética, capaz de restituir visibilidade a sujeitos sistematicamente marginalizados na contemporaneidade.pt_BR


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