| dc.creator | Silva, Jéssica Florentino Soares da | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-11T22:36:05Z | |
| dc.date.available | 2026-03-11T22:36:05Z | |
| dc.date.issued | 2025-12-16 | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ifpe.edu.br/xmlui/handle/123456789/2050 | |
| dc.format.extent | 12f. | pt_BR |
| dc.language | pt_BR | pt_BR |
| dc.relation | BOSI, Alfredo. Narrativa e resistência. Itinerários: Revista de Literatura, Araraquara, n. 10, p. 11–27, 1996. ______. Dialética da colonização. 5. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
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SPIVAK, Gayatri Chakravorty. Pode o subalterno falar? Tradução de Sandra Regina Goulart Almeida. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010, p. 133. | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
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| dc.subject | Literatura Brasileira Contemporânea | pt_BR |
| dc.subject | Literatura de resistência | pt_BR |
| dc.subject | Racismo | pt_BR |
| dc.title | Literatura de resistência: vozes do sujeito subalterno em “O contrário de B.”, de Bruno Liberal | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |
| dc.creator.Lattes | https://lattes.cnpq.br/6071317351744447 | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Belo, Josi Maria Silva | |
| dc.contributor.advisor1Lattes | https://lattes.cnpq.br/5578114618975023 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Domingos, Sílvia Jussara Barbosa dos Santos | |
| dc.contributor.referee2 | Nunes, Valfrido da Silva | |
| dc.contributor.referee1Lattes | https://lattes.cnpq.br/6531687901182430 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2Lattes | https://lattes.cnpq.br/8859607470653114 | pt_BR |
| dc.publisher.department | Garanhuns | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURA BRASILEIRA | pt_BR |
| dc.description.resumo | Esta pesquisa analisa a obra O contrário de B., de Bruno Liberal, a partir da perspectiva da literatura de resistência, compreendendo a literatura como um espaço simbólico de denúncia e de visibilização de experiências historicamente marginalizadas. O corpus da investigação é o conto homônimo, que narra a trajetória de um adolescente negro em situação de rua, cuja existência é marcada pela fome, pelo abandono e pela negação de sua humanidade. A análise fundamenta-se, sobretudo, na concepção de Alfredo Bosi (1996), para quem a resistência literária constitui um gesto ético realizado por meio da estética, ao tornar visíveis narrativas e sujeitos silenciados pelos sistemas de poder. O estudo dialoga ainda com a crítica pós-colonial, especialmente com Gonçalves e Bonnici (2010), evidenciando as tensões entre centro e periferia e a permanência de hierarquias forjadas pela colonialidade. Ademais, mobiliza-se a reflexão de Gayatri Spivak (2010) acerca do sujeito subalterno, cujo silenciamento resulta de estruturas históricas e discursivas que restringem sua possibilidade de fala e agência. Conclui-se que a narrativa de Bruno Liberal expõe os mecanismos de exclusão e do racismo estrutural, ao mesmo tempo em que reafirma a literatura como um espaço privilegiado de resistência ética e estética, capaz de restituir visibilidade a sujeitos sistematicamente marginalizados na contemporaneidade. | pt_BR |